“Sonho se que se sonha só é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”. Esta é a letra completa da canção Prelúdio, de Raul Seixas. E é dita três vezes, talvez para dar certo.
Prelúdio, segundo o Dicionário do alagoano Aurélio Buarque de Holanda, é o “ato preliminar ou exercício que se realiza antes de algo”. Pode ser, também, a “introdução ou etapa inicial para a conclusão” (de algo que se sonha). Ou, ainda, “o que se anuncia ou o que precede” (um sonho, seja solo ou coletivo). E também pode ser, de acordo com a visão do lexicógrafo e professor brasileiro, natural de Passo de Camaragibe, o “sinal ou indício de algo que vai acontecer” (sob a ótica do sonho/devaneio de quem tem medo do pesadelo).
Sabendo nós (kkk) que os interesses convergem e divergem (o assunto é eleições 2026), há os que sonham, os que dormem à base de remédio e os que dependem de mais remédio para segurar a onda durante o dia.
Com base nos últimos acontecimentos políticos, pós carnaval, é possível (porém, sem precisão da realidade) percebermos que a corrida eleitoral está a todo vapor. O gato quer fisgar o rato. Ou seria o rato querendo driblar o gato?
A ratoeira política está montada. Os sinais indicam que há queijo em fartura e todos querem comer. Não ficar de fora do banquete é a única convicção que gatos e ratos têm em comum.
O tema de hoje diz respeito ao interesse de gatos e ratos para o banquete no Palácio República dos Palmares e Senado Federal.
Percebam a movimentação dos animais políticos:
JHC (silêncio total)
Renan (dando pistas demais)
Alfredo Gaspar (silêncio total)
Renan Filho (sorridente demais)
Davi Filho (ousado demais)
Arthur Lira (?)… tá bom: digamos que está manco.
É uma corrida arriscada para todos, porque rato não deixa a toca enquanto tem queijo.
Daí você deve querer saber quem é quem. Para mim, todos estão querendo queijo. É… gato também come queijo (menos que o rato, é claro).
PRELÚDIO – prestemos a atenção nos sinais de gatos e ratos (politicamente falando).
Fonte – Blog do Wadson Regis